Ópera do malandro
Ruy Guerra - 1985

Da peça musical de Chico Buarque, o diretor Ruy Guerra (Os cafajestes, Os fuzis) extraiu um dos filmes mais premiados de 86. Convidado para encerrar a Quinzena dos Realizadores no Festival de Cannes, foi premiado com melhor direção no III FestRio. São 16 canções de sucesso que Chico Buarque escreveu numa história inspirada na Ópera dos três vinténs, de Brecht (por sua vez inspirada em peça de John Gay). Passa-se nos anos 40, em plena, II Guerra Mundial, na Lapa, antigo bairro boêmio do Rio de Janeiro. Max (Edson Celulari) é um malandro elegante e sem escrúpulos que explora Margot (Elba Ramalho), cantora de um cabaré dirigido por Otto Strudell (Fábio Sabag), chefe da espionagem nazista da região. Margot é ex-mulher de Tigrão (Ney Latorraca), chefe da polícia, amigo e rival de Max. Através de Geni (J.C. Violla), um travesti apaixonado por ele, Max fica sabendo da chegada ao Rio de Ludmila (Cláudia Ohana), filha de Strudell, uma moça com aparência de ingênua, mas na verdade muito esperta: por causa da guerra, ela quer ficar rica fazendo contrabando.

Ficha Técnica
  
Direção:
Ruy Guerra
Roteiro:
Chico Buarque de Hollanda
Orlando Senna
Ruy Guerra

Fotografia:
Antonio Luis Mendes
Música:
Chico Buarque
Chiquinho de Moraes

Produtores:
Marin Karmitz
Ruy Guerra
Austra Cinema e Comunicação

Elenco:
Edson Celulari (Max)
Cláudia Ohana (Ludmila)
Elba Ramalho (Margot)
Ney Latorraca (Tigrão)
Fábio Sabag (Otto Strudell)
J. C. Violla (Geni)

Wilson Grey
Maria Silvia
Cláudia Gimenez
Djenane Machado
Luthero Luiz